No mesmo restaurante onde almoçou Rui Gomes da Silva, o vice-presidente de um clube desportivo que se diz vítima de agressão por parte de adeptos de um clube adversário, também almoçou o treinador do clube do qual são adeptos os alegados agressores, que saiu do local antes do dirigente.
Articulando a presença de ambos no restaurante, João Gabriel, director de comunicação do clube do dirigente alegadamente agredido, não perdeu a oportunidade para, subrepticiamente, 'colar' o treinador do clube adversário às alegadas agressões, ao dizer que 'o mais importante de tudo é conhecer a identidade da pessoa que avisou da presença do vice-presidente naquele restaurante'.
Uma declaração espantosa, porque vinda de quem representa um clube que nunca teve qualquer preocupação em se pronunciar sobre as agressões a João Barnabé em pleno estádio da Luz, ao empresário do jogador Moreto no aeroporto da Portela, ao hoquista Filipe Santos com um taco de basebol até ficar em estado de coma, ao fiscal de linha em pleno jogo com o FCP ou a Pinto da Costa à entrada de um hotel em Lisboa.
E também optou pelo silêncio em relação à agressão ao jornalista da RTP, sobre o assassinato do adepto do Sporting em pleno estádio nacional por um adepto do seu clube, sobre o incêndio de um autocarro de adeptos do FCP nas imediações do estádio da Luz ou sobre a invasão dos estúdios da SIC pelo presidente do clube que lhe paga para dizer as baboseiras que diz.
Ao fim ao cabo não se percebe a razão pela qual o director de comunicação do clube do dirigente alegadamente agredidido insiste no envolvimento de um clube adversário, tanto mais que, o acompanhante do referido dirigente desportivo terá referido que os agressores 'fizeram questão de lhe dizer que a agressão se devia aos comentários que faz na televisão'.
Não será que, afinal, tudo não passa de uma guerra de estações de televisão? Ou será que se trata de represálias de adeptos e simpatizantes do próprio clube do dirigente, que sobre os comentários por este feitos na televisão, têm opiniões destas?
Moral da história: por uma questão de sanidade mental, parece evidente que um director de comunicação de um clube desportivo deve prestar declarações com base em factos objectivos e não a partir do que lhe parece estar escrito nas estrelas! Porque se assim não fôr, arrisca-se à pior insinuação que existe no submundo do futebol nacional, onde 'um cretino é sempre um cretino'.
E também optou pelo silêncio em relação à agressão ao jornalista da RTP, sobre o assassinato do adepto do Sporting em pleno estádio nacional por um adepto do seu clube, sobre o incêndio de um autocarro de adeptos do FCP nas imediações do estádio da Luz ou sobre a invasão dos estúdios da SIC pelo presidente do clube que lhe paga para dizer as baboseiras que diz.
Ao fim ao cabo não se percebe a razão pela qual o director de comunicação do clube do dirigente alegadamente agredidido insiste no envolvimento de um clube adversário, tanto mais que, o acompanhante do referido dirigente desportivo terá referido que os agressores 'fizeram questão de lhe dizer que a agressão se devia aos comentários que faz na televisão'.
Não será que, afinal, tudo não passa de uma guerra de estações de televisão? Ou será que se trata de represálias de adeptos e simpatizantes do próprio clube do dirigente, que sobre os comentários por este feitos na televisão, têm opiniões destas?
Moral da história: por uma questão de sanidade mental, parece evidente que um director de comunicação de um clube desportivo deve prestar declarações com base em factos objectivos e não a partir do que lhe parece estar escrito nas estrelas! Porque se assim não fôr, arrisca-se à pior insinuação que existe no submundo do futebol nacional, onde 'um cretino é sempre um cretino'.
