Depois de uma profusa divulgação pela comunicação social da respectiva programação, aí está a (25ª)FIACOBA / (IV)FEIRA DO CAVALO 2011.
A abertura será hoje, pelas 19h00, e tem assegurada a presença do nóvel Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Rural, António Almeida Henriques.
Com particular destaque, a reintrodução na programação do Festival do Kiwi, o 3º, por cuja defesa aqui pugnei há cerca de um ano atrás, um evento que só uma incompreensível ausência de visão estratégica vem obstando a que se aposte decididamente na promoção do Kiwi da Bairrada enquanto produto que é já uma forte referência do concelho, sendo a Kiwicoop a maior e única cooperativa nacional que se dedica, em exclusivo, à produção, recolha, tratamento e comercialização deste fruto.
Este certame promove um fruto que tem na produção do concelho uma percentagem significativa da produção nacional, e conta com a presença de dois chefes de cozinha de prestígio internacional para demonstrarem ao vivo a confecção de pratos com kiwi, e bem assim avaliarem a melhor sobremesa com este fruto.
Pela dinâmica introduzida, é de crer que a reintrodução da aposta do Festival do Kiwi / 2011 ultrapasse os incipientes Festivais do Kiwi realizados em 2005 e em 2009; se assim fôr, poderá começar a pensar-se a sério no incremento do produto em si mesmo e, por tabela, de um plano de desenvolvimento da economia e imagem do concelho, nas suas perspectivas agro-produtiva, gastronómica, terapêutica, social e turística, entre outras.
A organização deste 3ª Festival do Kiwi, com o apoio da câmara municipal de Oliveira do Bairro tem, certamente, um interesse municipal muito superior àquele que tem a organização da Feira do Cavalo ou da Corrida de Toiros, inseridos na FIACOBA de forma contra-natura, uma vez que nenhum valor acrescentado trazem às empresas, às colectividades, aos munícipes ou ao concelho.
Uma 'coisa' que se assemelharia muito, caso fosse essa a opção desses municípios, a um reconhecimento de interesse público municipal por parte da autarquia de Vila Real de Santo António na organização de chegas de bois da raça barrosã de Montalegre, à promoção do marisco de Portimão pela câmara municipal de Bragança, ou à difusão dos ovos moles de Aveiro pela câmara municipal da Covilhã.
Se Sever do Vouga tem a sua Feira do Mirtilo, Anadia a sua Feira da Vinha e do Vinho, e Águeda a sua Festa do Leitão, pode ser que o poder autárquico de Oliveira do Bairro entenda, de uma vez por todas que a aposta a fazer tem de ser na promoção do Kiwi da Bairrada e não na realização de eventos hípicos ou de espectáculos tauromáquicos, relativamente aos quais não existe qualquer interesse público municipal que reconhecidamente justifique a sua organização pela própria autarquia.
Deixa-se aqui a informação que até agora é possível conhecer e que também interessa tornar pública sobre a organização da FIACOBA / FEIRA DO CAVALO / 2011, designadamente o custo (6.000,00 €) da corrida de toiros, o custo (7.500,00 €) do concurso nacional de saltos B, a comparticipação (25.000,00 €) com vista à organização dos concursos hípicos de saltos integrados, o custo da Gala Equestre (12.000,00 €), o custo do aluguer de stands e tendas (21.009,00 €), o custo dos serviços de vigilância (8.342,00 €), o custo dos concertos de José Cid (20.000,00 €), Áurea (13.100,00 €), The Gift (22.700,00 €), e do espectáculo de Fernando Mendes (12.870.00 €).
Para não fugir à regra, são aos milhares os visitantes esperados.
A abertura será hoje, pelas 19h00, e tem assegurada a presença do nóvel Secretário de Estado Adjunto da Economia e Desenvolvimento Rural, António Almeida Henriques.
Com particular destaque, a reintrodução na programação do Festival do Kiwi, o 3º, por cuja defesa aqui pugnei há cerca de um ano atrás, um evento que só uma incompreensível ausência de visão estratégica vem obstando a que se aposte decididamente na promoção do Kiwi da Bairrada enquanto produto que é já uma forte referência do concelho, sendo a Kiwicoop a maior e única cooperativa nacional que se dedica, em exclusivo, à produção, recolha, tratamento e comercialização deste fruto.
Este certame promove um fruto que tem na produção do concelho uma percentagem significativa da produção nacional, e conta com a presença de dois chefes de cozinha de prestígio internacional para demonstrarem ao vivo a confecção de pratos com kiwi, e bem assim avaliarem a melhor sobremesa com este fruto.
Pela dinâmica introduzida, é de crer que a reintrodução da aposta do Festival do Kiwi / 2011 ultrapasse os incipientes Festivais do Kiwi realizados em 2005 e em 2009; se assim fôr, poderá começar a pensar-se a sério no incremento do produto em si mesmo e, por tabela, de um plano de desenvolvimento da economia e imagem do concelho, nas suas perspectivas agro-produtiva, gastronómica, terapêutica, social e turística, entre outras.
A organização deste 3ª Festival do Kiwi, com o apoio da câmara municipal de Oliveira do Bairro tem, certamente, um interesse municipal muito superior àquele que tem a organização da Feira do Cavalo ou da Corrida de Toiros, inseridos na FIACOBA de forma contra-natura, uma vez que nenhum valor acrescentado trazem às empresas, às colectividades, aos munícipes ou ao concelho.
Uma 'coisa' que se assemelharia muito, caso fosse essa a opção desses municípios, a um reconhecimento de interesse público municipal por parte da autarquia de Vila Real de Santo António na organização de chegas de bois da raça barrosã de Montalegre, à promoção do marisco de Portimão pela câmara municipal de Bragança, ou à difusão dos ovos moles de Aveiro pela câmara municipal da Covilhã.
Se Sever do Vouga tem a sua Feira do Mirtilo, Anadia a sua Feira da Vinha e do Vinho, e Águeda a sua Festa do Leitão, pode ser que o poder autárquico de Oliveira do Bairro entenda, de uma vez por todas que a aposta a fazer tem de ser na promoção do Kiwi da Bairrada e não na realização de eventos hípicos ou de espectáculos tauromáquicos, relativamente aos quais não existe qualquer interesse público municipal que reconhecidamente justifique a sua organização pela própria autarquia.
Deixa-se aqui a informação que até agora é possível conhecer e que também interessa tornar pública sobre a organização da FIACOBA / FEIRA DO CAVALO / 2011, designadamente o custo (6.000,00 €) da corrida de toiros, o custo (7.500,00 €) do concurso nacional de saltos B, a comparticipação (25.000,00 €) com vista à organização dos concursos hípicos de saltos integrados, o custo da Gala Equestre (12.000,00 €), o custo do aluguer de stands e tendas (21.009,00 €), o custo dos serviços de vigilância (8.342,00 €), o custo dos concertos de José Cid (20.000,00 €), Áurea (13.100,00 €), The Gift (22.700,00 €), e do espectáculo de Fernando Mendes (12.870.00 €).
Para não fugir à regra, são aos milhares os visitantes esperados.