Hoje, na parte final da
reunião do executivo de Oliveira do Bairro, o seu presidente, Mário João
Oliveira, nada bem disposto sobre a minha intervenção na qualidade de
Presidente da Direção da Associação Ambientalista Chão Verde, veio dizer que eu
tinha falado em nome de uma associação que não tem tido eleições há vários anos,
que pensa que também não tem feito Assembleias Gerais, que ele saiba, e que não
tem apresentado na Câmara Municipal nem os planos de atividade nem relatórios
de contas.
Ora, o Sr. Mário João não é, nem nunca foi sócio da Associação Chão Verde! Também nunca pediu para o ser. Deve ser das poucas pessoas deste concelho com grande responsabilidade social que não é sócio. Isso demonstra bem a sua falta de sensibilidade ambiental, o que lhe daria muito jeito para melhor desempenhar os cargos que ocupa, em especial o de Presidente de Câmara.
Ora, o Sr. Mário João não é, nem nunca foi sócio da Associação Chão Verde! Também nunca pediu para o ser. Deve ser das poucas pessoas deste concelho com grande responsabilidade social que não é sócio. Isso demonstra bem a sua falta de sensibilidade ambiental, o que lhe daria muito jeito para melhor desempenhar os cargos que ocupa, em especial o de Presidente de Câmara.
A Dr.ª Dorinda Reis,
Vice-Presidente da Direção da Chão Verde, também presente, pediu para intervir
e dizer que a Associação nunca fez essa entrega de elementos pois a legislação
não o exige e a Associação também nunca pediu subsídios à Câmara que ele
tem liderado. Faltou dizer, que o Sr. Mário João não tem nada a ver com isso e
se tem acusações a fazer tem de o fazer nos locais e instâncias próprias.
Ninguém
que não é sócio da Recer pode vir questionar o Sr. Mário João, que é sócio,
sobre se a Recer faz assembleias, se não as faz, se elegem regularmente novos
órgãos sociais ou se publicam ou não as contas. E candidatam-se a dinheiros
públicos através do QREN. Sr. Presidente da Câmara de Oliveira do Bairro, é bom
que haja bom senso.
Sabemos que a Associação Chão Verde não é uma associação do
regime nem pode ser. Como defensora do património ambiental do Norte da
Bairrada não quer estar condicionada pela vontade política de nenhum executivo
camarário. Os seus sócios fazem os donativos para satisfazer os seu custos
de funcionamento.
De salientar que estava
também presente na Reunião de Câmara, mas sem intervir, o Dr. Oscar Aires,
Presidente da Assembleia Geral da Associação Chão Verde, que em 2012 convocou a
última Assembleia Geral da Associação para votar e aprovar uma reclamação da
Associação junto da Direcção Geral de Energia e Geologia contra um requerimento
de Prospecção de Caulinos em Oliveira do Bairro.
Também nessa altura o Sr. Presidente
de Câmara tinha emitido um parecer favorável à dita prospecção de caulinos e o
resultado final é bem conhecido. A posição do Presidente perdeu em toda a linha
e o pedido foi extinto por conter ilegalidades processuais.
E agora vem novamente?
Disse que conhece as leis? Será? Se podemos concluir alguma coisa do processo
dos caulinos, temos que concluir que não conhece mesmo a lei.
