domingo, 30 de outubro de 2011

AS PROVAS CONTRA DUARTE LIMA

Duarte Lima foi acusado pelo Ministério Público (MP) do Rio de Janeiro do homicídio de Rosalina Ribeiro, companheira do milionário português já falecido Tomé Feteira.

O MP do Rio de Janeiro terá já pedido à Interpol para emitir um mandado de captura internacional.

Conheça as provas contra o ex-ministro.

1. Duarte Lima foi uma das últimas pessoas a verem Rosalina Ribeiro com vida

2. O Ministério Público brasileiro acusa-o de matar a ex-secretária de Rosalina Ribeiro por esta se recusar a assinar um documento a negar qualquer depósito de 5,2 milhões de euros na sua conta bancária.

3. Após marcar um encontro com Rosalina, Duarte Lima foi buscá-la à esquina do quarteirão onde ela morava, no bairro do Flamengo, no dia 7 de Dezembro de 2009, e levou-a para a Região dos Lagos

4. Já na rodovia RJ-118, no Distrito de Sampaio Correia, Município de Saquarema, por volta das 22h, de acordo com a denúncia, o advogado matou a vítima com disparos de arma de fogo

5. As autoridades têm provas de que o advogado português esteve no local do crime trinta horas antes de a antiga companheira do milionário Lúcio Tomé Féteira ter sido morta

6. Por seu lado, Duarte Lima afirmou que nunca tinha ido a Maricá, o local onde diz que deixou Rosalina. A polícia sabe agora que faltou à verdade e que já por lá já tinha passado.

7. Há registo de multas por excesso de velocidade do carro que o ex-deputado do PSD terá alugado para transportar a vítima no dia em que foi morta

8. As autoridades estão certas de que o carro de Duarte Lima esteve no local do crime na véspera do assassínio

9. Provas periciais indicam que o primeiro tiro foi disparado ainda dentro do automóvel

10. O carro foi entregue lavado e sem o tapete do lado do pendura

11. O ex-deputado disse não saber onde alugou o carro, mas escreveu à empresa a pedir factura

12. Rosalina Ribeiro podia ter sido enterrada como indigente e nunca se descobrir o corpo, no que seria um crime perfeito

Retirada daqui

Conheça aqui o texto da acusação