O ano que aí vem promete ser propício a muita moral pública para esconder vícios privados. O preço da crise também se vai pagar em grandes pregões mais ou menos aldrabões.
Quando esta crise principiou disse para os meus botões: "Pode ser como a chuva, que ajude a limpar a poluição da atmosfera".
Hoje não estou certo que ela nos traga mais honestidade nos negócios e nas relações, em especial as que se baseiam no dinheirinho.



